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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Macacos que enviam naves a outros planetas

Somos seres racionais. Quanto a isso não há dúvidas. Temos a capacidade de observar e entender situações planejando eventos futuros e analisando o passado. Mas, o que fazemos com todo esse potencial?

Religião. Nossa forma de projetar um ser superior e nos relacionarmos com ele com códigos de ética que mudam com o passar do tempo.

Política. A busca para manter um grupamento social sob regras atualizáveis.

Veja como tem mudado nossa forma de nos relacionarmos com os outros e com nós mesmos. Olhando para o passado percebemos os avanços sociais. Hoje já não faríamos um estádio para acompanhar jogos mortais onde homens e/ou feras se digladiariam nem por um dia. Muito menos por semanas, meses, anos, como ocorreu em um dos maiores impérios que conhecemos e que até hoje influencia nossas vidas com estruturas ainda usadas e invenções que ainda fazem parte de nossa vida.

Certamente somos capazes de raciocinar e com isso crescer. Mas estamos, ainda, andando num ritmo muito lento. Isso mostra o quão atrasados ainda somos enquanto seres racionais. Já poderíamos ter erradicado a fome, várias doenças, a escravidão. Isso apenas para dizer algumas. E o que falar da destruição do meio ambiente? A constante ameaça de escassez de água! Habitamos um planeta com mais de 70% de sua superfície coberta por água. Parece não fazer sentido. E não faz mesmo. Enquanto novas tecnologias são descobertas e novos compostos são criados, empresas de geração de energia limpa são postas em espera por causa do preço do petróleo em alta.

Somos mesmo seres racionais? Ou ainda somos apenas macacos vestidos que enviam naves a outros planetas?






O que é importante?

Numa análise básica, o ser humano precisa, ainda, de 3 coisas: proteção, alimentação e sexo. Tudo, em última análise, gira em torno disso. Onde está o erro? O erro está justamente em precisarmos de 3 coisas. Na verdade se o ser humano percebesse que nada disso é importante e transferisse sua atenção ao ser humano, se ele pura e simplesmente se preocupasse com o próximo, não teria necessidade de proteção, a alimentação não seria um problema e nem mesmo o sexo. Apenas entender, e por em prática, que devemos supervalorizar o ser humano já seria a salvação do planeta. Teríamos avanços tecnológicos nunca vistos mais rápido do que poderíamos imaginar.

Dessa forma não veríamos mais a tão medonha corrupção. Não saberíamos que pessoas ganham fortunas instantaneamente na bolsa de valores por ter recebido uma “dica” que ninguém sabia. Como foi o caso do pai do ex-presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy que retirou toda a sua fortuna da bolsa de valores apenas um dia antes da terrível quebra da bolsa de valores de 1929 que levou fome e desespero a milhões e prejudicou tantos em todo o mundo. Dias gloriosos para o pequeno John F. Kennedy! Naquela época dizia-se que “ninguém poderia prever esses acontecimentos”. Ainda hoje ouvimos essas mentiras. E as aceitamos. Temos a capacidade de raciocinar mas ainda não entendemos como deixar de sermos macacos vestidos. Estamos no caminho. A um ritmo ainda muito lento. Mas estamos andando.

Fico me perguntando se ainda verei o ser humano no topo das prioridades de nossa raça. Espero que sim. Deixaríamos de ser macacos que enviam naves a outros planetas.

Selecionei o vídeo abaixo por que ele diz tudo o que eu quis dizer.




Hoje já é possível fazer mais e melhor. Assista ao videoclipe do projeto Vênus.




Saiba mais sobre o projeto Vênus.



Você pode se interessar também por essas matérias:

Zeitgeist - I

Zeitgeist - Addendum

Zeitgeist - Moving Forward

O que move o mundo.

A liberdade começa com o conhecimento.

1 comentários:

rodrigorpm disse...

entao vamos mudar o mundo...
enteogeno,alcaloide,organico e sustentavel.
Permacultura.
Abaixo o dinheiro.

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