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domingo, 22 de maio de 2011

O que é a raça humana?

Frente aos conhecimentos que temos atualmente, um novo cenário se abre para humanidade praticamente a cada semana. Sabemos mais e mais rápido hoje do que em qualquer período anterior e amanhã aumentaremos nossa capacidade de conhecimento comprado a hoje. É uma visão realmente estimulante.

A raça humana desenvolve materiais novos e melhores com potencial para revolucionar todos os aspectos de nossas vidas; desde como moramos, vestimos, comemos, nos comunicamos, nos trasportamos e até mesmo como consertamos nossos corpos. Novos compostos e técnicas prometem criar “peças” de reposição para qualquer parte do nosso corpo a partir de células do próprio paciente; portanto, sem rejeição. Os estudos para o desenvolvimento de carne em laboratório já tem mais de 6 anos. Isso significa que um produto aceitável está muito perto de chegar ao mercado. Pense nas implicações sociais dessas possibilidades.


Mas quem é o ser humano?

Num mundo globalizado ainda notamos as “tribos” de nosso planeta. Americanos ainda são profundamente diferentes de chineses, que são profundamente diferentes de indianos, que são profundamente diferentes de bolivianos. E assim por diante. Fisicamente, ainda notamos diferenças muito claras.

No nível psicológico, a globalização tem provocado mudanças dramáticas nos sistemas sociais. Mas, mesmo assim, ainda percebemos as profundas diferenças em cada sociedade. Estamos definitivamente interligados mas ainda não somos uma a aldeia global.

Os atrasos estão espalhados por toda a parte. Apesar de toda interligação, de todo conhecimento, verificamos atitudes e rituais bizarros em todo o globo. A circuncisão feminina ainda acontece em alguns países. Ainda são feitos plebiscitos para descobrir se casais homossexuais podem formalizar sua união. A abordagem sobre as drogas incluem muito mais força policial do que entendimento. A corrupção ainda é uma praga. Em muitos países políticos ainda não entenderam que são empregados da nação e não donos dela.

O ser humano é realmente muitíssimo interessante. Que riqueza inestimável.

Além de toda e qualquer riqueza que possa existir, a mais importante é o conhecimento. E nessa área, temos tanta e sempre mais informações a cada segundo. E é o ser humano que provê toda essa informação. Que ser valioso. Então se me perguntassem quem é o ser humano, eu diria que é a coisa mais valiosa do universo. Não amo a todos, não entendo a todos. Mas compreendo sua importância.


Mas qual seria a melhor forma de mudar?

Acredito que para realmente mudar precisamos focar o indivíduo, não a nação. O esclarecimento individual transforma instantaneamente o mundo. Mas não verificamos projetos focados desta forma. O antigo pensamento de mudança das massas ainda vigoram. Governos ainda vêem povos como blocos. Políticas sociais ainda são feitas para grandes grupos. Sem levar em conta as micro nuances. Mas estamos começando a acordar para o fato de que o termo “indivíduo” carrega um significado muito mais rico do que estamos costumados. Cada ser é realmente único.

Dessa forma, vemos que o conhecimento do mundo e do ser ainda está em seu início ou ainda nem começou. Percebemos que embora tenhamos toda gama de informação, ainda carecemos de saber onde aplicar esse conhecimento. Quando isso acontecer, experimentaremos uma sensação totalmente nova sobre nós mesmos como espécíe. E assim a raça humana terá capacidade real de se realizar e de crescer. Sabendo quem é, e do que é capaz.






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terça-feira, 17 de maio de 2011

Julian Assange: o rosto à frente do Wikileaks

Quando se pensa no Wikileaks duas coisas vêm à mente: vazamentos de informações bombásticas e Julian Assange.

Julian nasceu em Townsville, no nordeste da Austrália em 03 de julho de 1971. Seus pais eram donos de uma companhia de teatro itinerante.

Aos 16 anos, Assange tornou-se membro de um grupo de hackers internacionais – os International Subversives (Subversivos Internacionais), o que levou a Policia Federal Australiana a invadir sua casa, na cidade de Melbourne, em 1991, acusando-o de invadir computadores de várias organizações. Assange declarou-se culpado das 24 acusações que lhe foram atribuídas, e foi libertado por bom comportamento após o pagamento de uma multa. Trabalhou em uma universidade e em empresas, inclusive de telecomunicações, na detecção de falhas de segurança em computadores. Em 1989, nasceu seu filho Daniel Assange, fruto de um relacionamento que durou até 1991.

Estudou matemática e física na Universidade de Melbourne até 2006, ano em que participou da fundação do WikiLeaks.

Após ser conhecido mundialmente por vazar informações confidenciais de alguns governos e empresas, Julian Assange sofreu fortes retaliações e responde a uma acusação de estupro que, para a maioria das pessoas em todo o mundo, não passa de um pretexto para calar o ativista. Atualmente o líder do Wikileaks espera uma decisão de um juiz britânico sobre sua extradição à Suécia. Com os tratados internacionais firmados por aquele país, sabemos que, caso ele venha a ser extraditado, o próximo passo seria a sua transferência para os Estados Unidos onde responderia a processos por suas ações no Wikileaks.

Sobre as acusações de estupro, Assange diz que as relações foram consensuais. Sobre estar na mira da CIA (o serviço secreto americano), o ativista diz que não cometeu qualquer crime, uma vez que as informações divulgadas são apenas a verdade e o povo tem direito de saber a verdade. Atualmente ele cumpre prisão domiciliar e usa uma tornozeleira eletrônica presa um pouco acima do calcanhar. Ainda não permite imagens da tornozeleira. Diz que considera indigno que uma pessoa que luta pela verdade e justiça esteja usando um aparelho desses e que ainda tem dúvidas de como irá divulgar as imagens. “Talvez faça algo como um documentário”, diz. Sobre seu regime prisional ele explica que deve se apresentar todos os dias pela manhã à delegacia mais próxima e não pode deixar a casa onde reside no horário das 22 às 9hs da manhã.

Mas Julian Assange não é o único no wikileaks. Apoiadores trabalham na possante criptografia do site, na triagem dos documentos recebidos e na manutenção geral do conteúdo.


Apoio a Assange


Em todo o mundo o apoio a Julian Assange dá sinais de crescimento. No Brasil, o presidente Lula declarou seu apoio abertamente ao Wikileaks. Parece ser unanimidade que as pessoas apóiam o trabalho realizado pelo ativista. Embora existam muitas questões que podem levantar dúvidas, são muitos os que acreditam que é direito do cidadão comum conhecer a verdade e ter um governo correto. Transparência é para governos. A privacidade para os cidadãos.

O fundador do site foi reconhecido por seus trabalhos frente à organização. A Fundação para a Paz de Sydney o agraciou em 11/05/2011 com sua medalha de ouro. Assange recebeu o prêmio por sua "excepcional coragem na defesa dos direitos humanos".

Julian Assange também foi eleito “personagem do ano” pela revista Time e capa da revista Forbes. A medalha que recebeu do governo australiano o coloca no mesmo patamar de nomes como Nelson Mandela e o Dalai Lama.


Ataques ao Wikileaks

O Wikileaks sofreu muitos ataques de grupos interessados em impedir a divulgação de documentos. Seus parceiros de mídia sofreram pressões e seus sistemas e computadores registraram tentativas de invasão. O site chegou a ficar fora do ar por 6 horas. Hoje está baseado na Suiça com o endereço: wikileaks.ch. "A interferência em questão foi uma conseqüência do fato de o wikileaks.org ter sido alvo de múltiplos ataques de serviço negado (DDOS)", explicou o provedor em uma nota.

"É muito sofisticado e sabemos que Julian já sofreu um certo número de ataques deste tipo, sabemos que também outras coisas estranhas aconteceram na Suécia", acrescentou o advogado, que está em Londres.


Você e Julian Assange

Como você vê o trabalho realizado por Julian Assange? Deixe seu comentário.


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terça-feira, 10 de maio de 2011

Um mundo sem dinheiro. A contagem regressiva começou.

Calma, esse post não trata sobre escassez de dinheiro ou crise financeira. Na verdade é bem ao contrário: um mundo sem dinheiro está sendo preparado, queiramos ou não.

Se você não está familiarizado com os filmes da franquia Zeitgeist, será necessário que eu faça uma introdução sobre assunto. (Para saber mais sobre Zeitgeist, clique aqui)


Aprenda a entender a verdade

Eduque-se. Não caia mais nas mentiras que lhe são apresentadas pelos governos.

Vivemos num mundo monetarizado, baseado no consumo e lucro. Para que ele funcione é necessário que se crie a idéia de escassez de recursos naturais. Dessa forma, é gerada uma cadeia produtiva, os preços evoluem, e tabelas de fluxo de caixa traçam os caminhos a serem seguidos pelo empreendimento. O erro em toda essa questão está na sua base: um trabalho está sendo realizado para a geração de um lucro monetário. Como você pode notar, não há qualquer relação com a natureza, aos seres aos quais esses serviços serão postos ou sustentatividade. É um sistema fadado às ruínas e que agora vemos que está acontecendo.


Modificar hábitos

Para seguirmos em frente como espécie é necessário nos reinventarmos. Nos primórdios da humanidade, quando não possuíamos qualquer conhecimento de ciência, matemática e da inter-relação das espécies, fazia sentido montar esquemas básicos que possibilitassem uma reunião social para o crescimento comum. Não era o ideal, mas eram as informações que tínhamos. Foi nesse contexto que surgiram as religiões, os governos e os sistemas monetários que nos trouxeram onde estamos nesse momento.

Hoje temos mais de 6 bilhões e 800 milhões de pessoas espalhadas por todo o mundo. Em 2020 teremos algo em torno de 8 bilhões. Estudos atuais mostram que nesse ritmo de crescimento é simplesmente impraticável manter a qualidade de vida de todos os habitantes do planeta com as atuais políticas de sustentação social. Em outras palavras, o modelo precisa mudar. E rápido.


Acabar com a corrupção

Grande parte dos problemas sociais e naturais que encontramos por todo o globo se referem, em sua base, à corrupção. A corrupção está espalhada em todos os segmentos sociais e até mesmo nos países mais adiantados culturalmente. Mas qual a proposta?

A proposta é extinguir o dinheiro da sociedade moderna. Num primeiro momento soa como loucura. Eu também pensava assim. Achava: Isso não tem como funcionar. Mas acredite, tem sim.

Num mundo baseado em dinheiro, não se pode esperar uma relação muito ética entre vendedores e compradores. Vendedores querem o maior lucro, compradores o menor preço e farão de tudo para chegarem aos seus objetivos.

Num mundo monetarista, a informação é mais do que importante. É a alma do negócio. Atualmente nenhuma empresa séria de propaganda faz uma campanha de produto sem que sua base seja um estudo do target. E esse estudo inclui as características mais íntimas desse target. Preste atenção às propagandas de sabão em pó. Dependendo da marca uma campanha é desenvolvida. Se estivermos querendo vender a usuários da classe C, a propaganda usará estereótipos pertencentes a essa classe, forma verbal de comunicação equivalente, roupas, idades e lugares que façam com que o alvo se identifique e pense que o produto é para ele. Note que depois de algum tempo, essa mesma marca de mercado lança outro produto que diz fazer tudo o que as anteriores não faziam. Logo você nota que será questão de pouco tempo até que essa mesma marca que hoje é a oitava maravilha da sociedade seja a taxada como ineficiente pela própria empresa que a criou. Estão te vendendo uma idéia. E a idéia tenta agregar valor à marca. Muito do preço cobrado por uma mercadoria é resultado do custo de marketing para se vender o produto, não a produção do mesmo. E isso acontece com todos os produtos. Desde do mais básico de limpeza pessoal e de casa, alimentos e até naves espaciais.

Se tentam te vender algo baseado numa idéia de que ele é melhor e não necessariamente porque ela é melhor, então a ética não encontra lugar na transação. A corrupção impera. Nessa mesma linha de pensamento, resguardadas todas as variações sobre o tema e suas posições em nossa vida, somos todos targets.

Felizmente a mesma informação que alimenta o sistema também é a que pode matá-lo. A chegada da internet é o grande divisor de águas de nossa era atual. O mundo gosta, quer e vai se comunicar de uma forma mais e mais eficiente. Com isso podemos trocar idéias mais rapidamente e assim crescer mais rapidamente. O entendimento de nós mesmos e de todas as espécies começa a ser visto de uma forma muito mais lógica do que mercadológica.

Atualmente vemos ditaduras caírem quase que da noite para o dia com o uso da informação em massa criada pela própria massa. Estamos nos reconhecendo como livres. E essa é a primeira barreira a ser quebrada. Mas devemos saber ao que estamos presos quando pensamos ser livres.

A corrupção nos mantém presos. Esperar que outros falem por nós é o mesmo que entregarmos a desconhecidos a chave de nossa casa, os números de nossa conta bancária e senhas. A base de todas as leis que regem a vida monetarizada de uma sociedade advém dos governos. Eleitos democraticamente ou não, esses governos mandam em todos. Se o sistema monetarizado está errado, os governos estão errados. A chave da sua vida está em mãos erradas.


Pesquisas de opinião

Para cada empreendimento que se faz hoje, são feitas muitas pesquisas de opinião. Nada é empreendido sem que se conheçam as características do público alvo. Sabemos que existem métodos modernos de pesquisas por amostragem que refletem com grande acerto as características da população ou qualquer outro seguimento. Essas pesquisas usam um percentual muito pequeno para se chegar a um resultado global. Por exemplo: numa pesquisa de opinião que afeta a vida de um país como o Brasil, são feitas pesquisas com milhares de pessoas. Então, um punhado de milhares de pessoas mostra o perfil de quase 200 milhões de Brasileiros.

Se você tem um site ou blog na internet também está bem familiarizado com essas pesquisas. Seu provedor de serviço para a manutenção do site certamente te disponibiliza uma área de estatísticas. De posse das várias informações sobre os visitantes do seu site, é possível adaptar as postagens para seu público alvo e assim aumentar suas visitas. Mais uma vez, a matemática te diz que caminho seguir.

Qualquer empresa de computação séria baseada na internet, hoje, consegue saber o gênero do usuário, sua idade aproximada, seus gostos, suas necessidades ou o que ele pensa ou pode pensar em querer com poucos cliques. Isso antes mesmo dele entrar no seu e-mail ou rede social e dizer definitivamente quem é. As empresas são capazes de dizer até mesmo como o usuário real da conta erra, quando erra ao acessar seus arquivos. Para dar um exemplo sobre isso temos claro de citar o Google ou o Facebook.

Se essas empresas são capazes de saber tanto sobre um único ser, fica bem fácil saber que ao agrupá-lo, essa empresa saberá muito sobre o grupo. Dessa forma, a empresa pode gerar relatórios com periodicidades incríveis sobre praticamente qualquer assunto relacionado ao grupo com nível de acertos incríveis. Hoje temos mais de 2 bilhões de pessoas conectadas à internet.


Políticos devem ser extintos

Ser governado é como entregar as chaves da sua vida a outra pessoa. Essa pessoa dirá o que é melhor para você e para todos também. Não soa como loucura? Mas é exatamente isso o que fazemos em todo o mundo atualmente. Hoje não precisamos mais disso. Podemos nos gerenciar de acordo com nossas necessidades e percepção de ética.

Se a Google e Facebook podem conhecer tanto e entregar ao grupo o que o grupo quer, também nós podemos criar esquemas matemáticos informatizados para gerar as leis realmente necessárias às massas. Conhecer os dados de 2 bilhões de pessoas em um universo de 6 bilhões e 800 milhões é muito mais eficiente do que a relação estabelecida atualmente para coletar informações; como é o caso do Brasil onde um punhado de pessoas mostra os contornos sociais de quase 200 milhões de indivíduos. Note que é a massa gerenciando a massa, não um escolhido para compilar segundo a sua própria idéia, as necessidades da massa. Esse é um sistema muito mais eficiente. Dessa forma também, podemos notar que o fator corrupção que basicamente está agregado à figura do político, também desaparece.

Em estudo realizado em 2008 pela KPMG, uma das maiores multinacionais de auditoria, realizou uma pesquisa para conhecer o tamanho da perda do Brasil com a corrupção em um único ano. Ela chegou à impressionante marca de 160 bilhões de reais. Em 2008 o total de arrecadação no Brasil foi de 1,056 trilhão de reais. Os dados sobre a arrecadação são do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). Pense nos males que esse dinheiro desviado causou e como tudo poderia ter sido diferente excluindo-se a ineficiência do sistema alimentado pela corrupção. Teríamos muito mais do que os próprios 160 bilhões roubados naquele ano. Devemos lembrar também que de lá pra cá a arrecadação manteve-se em alta e a corrupção também, anualmente. Em ultima análise, somos tratados como gado para alimentar uns poucos abastados e manter o sistema. Logicamente o sistema não funciona para os brasileiros. Até mesmo no Japão aonde vimos à incrível eficiência daquele povo, ainda encontraremos focos de corrupção se uma análise minuciosa for aplicada. Você duvida? Eu não. Não estou falando por saber de algo que ninguém mais sabe, mas posso deduzir pela experiência de seres humanos na administração do sistema. Está claro que isso também não é interessante ao povo japonês.

Mas ainda teríamos seres humanos gerenciando o sistema, certo? Sim. Teremos uma junta especializada para introduzir os códigos corretos para a realização das pesquisas que gerariam as leis. A diferença é que os códigos estariam abertos ao estudo de todos e esses poderiam comentar sobre as metodologias, indicar melhorias, denunciar vícios. A própria junta especializada estaria em constante avaliação e todos os seus membros poderiam ser trocados individualmente ou em grupos para a reposição mais adequada. Tal como acontece atualmente com os softwares livres e que mostram incrível eficiência. O sistema já existe e funciona.

Sabendo que podemos retirar o fator “governante” da vida dos cidadãos, notamos que o lobby também será extinto. O lobby é uma relação que pode, com muita facilidade, se tornar uma ferramenta poderosa da corrupção. Se você quer ler mais sobre lobby, clique aqui.


O fim das propagandas

A propaganda é uma espécie de lobby. Claramente podemos perceber elementos básicos do lobby quando tentam te convencer a comprar esse ou aquele produto.

Percebemos que a propaganda também seria extinta, uma vez que não seria mais necessária. Todas as necessidades reais da sociedade estariam personificadas nas pesquisas atualizadas com base nas características da sociedade.

Não havendo concorrência, poderíamos nos livrar das empresas baseadas em lucro monetário. O lucro monetário é tudo na empresa monetarista. Sem lucro monetário, não haverá a empresa. Sobre esta base, notamos que o mais importante não está incluído no cálculo da empresa: o ambiente. Em ultima análise, o lucro monetário suplanta a necessidade do ambiente. O ambiente é outro elemento do calculo, mas não o essencial. Vendo dessa forma, entendemos a loucura do sistema. Continuar a ver o mundo pelo prisma do lucro monetário mata o ambiente. Sem o ambiente, não há vida. Qualquer vida. Inclusive a humana.

Alcançamos um momento de desenvolvimento social onde não só os sistemas de informação estão desenvolvidos. Os sistemas de trabalho também estão mais eficientes. Hoje não precisamos de homens para realizar muitos tipos de trabalhos. E amanhã teremos muito mais máquinas para fazer muito mais trabalho humano. Estamos em risco pelas máquinas que criamos? Se não tomarmos uma posição coerente, sim. Mas podemos entender e fazer com que isso seja diferente. E só será diferente quando não tivermos governantes e a questão monetária regendo as relações sociais.

Perceba que não estou falando sobre socialismo, ou qualquer outro “ismo” que determina forma de governo ou desgoverno. Estou falando de melhores leis, eficiência, de entendimento, do fim da escravidão a qual nos submetemos sem saber, estou falando do fim da corrupção.

O entendimento está sendo levado quando assistimos aos filmes da franquia Zeitgeist. É uma questão de tempo até que as pessoas percebam que podem se governar. Precisamos entender o meio ambiente, e como gerenciá-lo, saber que pertence a todos e afeta a todos e como afeta a todos. Não precisamos de governantes, não precisamos de dinheiro. Precisamos de entendimento.

É questão de tempo. Quanto tempo ainda precisamos? Veremos. A contagem regressiva está em curso.





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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Maconha: proibir ou liberar? Nenhuma delas: administrar!

A experiência mostra que toda forma de intervenção proibidora em qualquer objeto de desejo da população não funciona. Foi assim com o azeite durante a idade média, o trigo em outros momentos, o álcool durante a lei seca nos anos de 1920 nos EUA, os bingos e cassinos ... etc, etc...

As regulamentações, quase sempre, são focos de corrupção, abusos e criação de comércio paralelo. Com isso temos distorções que causam violência. Não resolve o problema.

Ouvi na TV uma reportagem, se não me engano na Rede Globo, dizendo que desde o início da campanha antidrogas, os EUA já havia gasto MEIO TRILHÃO de dólares, E NÃO HAVIA melhorado a situação. Pelo contrário, as cadeias estavam superlotadas de população pobre (e agora marginalizada) e os barões do tráfico estão muito mais ricos e com infiltrações em vários pontos de poder institucionalizado. Sem falar na violência desenfreada por parte dos interessados na proibição; tanto os agentes "legais", corruptos, quanto os ilegais, traficantes.

Tendo em vista estes dados, não acredito que a proibição seja positiva. Outras drogas são vendidas livremente em bares de todo o mundo e não há uma epidemia global. Trabalhamos a situação de forma pontual. Temos os, pejorativamente denominados, “cachaceiros” mas estão muito longe de ser a maioria da população que tem acesso ao álcool. Fumantes inveterados, que também são parcela mínima se comparado a todos que tem acesso ao produto. Mas não temos barões desses produtos e tudo o que foi citado.

Será que a resposta não parece clara?


Comprar ou plantar?


O problema não me parece ser se a pessoa compra a maconha ou se planta. Mas os traficantes e as autoridades corruptas. O que puder ser feito para que esses não tenham chance, será bem vindo.



Uma pessoa sob a influência de maconha comete erros. Também quem bebe e também quem não bebe. Proibir o álcool não é uma imensa besteira? Definitivamente não podemos impedir em 100% das vezes que o ser humano erre. Errar faz parte da vida. Uma pessoa que se apresente ao trabalho sob o efeito de álcool será repreendida, não apresentará rendimento satisfatório. Sofrerá as consequências. Mais uma vez, administramos situações. E ninguém houve falar da guerra do cartel da cachaça.

Colocar a culpa dos atos humanos em uma substância e por isso bani-la é tolice. A arma de fogo não mata e sim quem puxa o gatilho. Um carro pode ser usado para nos nos levar de um ponto a outro ou pode ser usado na fuga de um assalto ou para levar assassinos; devemos retirar os carros das ruas?

O que precisamos é ter política de convívio. Administrar as distorções, os viciados. Usar tratamentos necessários e corretos. Não ser simplista sobre a situação. Este assunto exige trabalho. A força, pura e simples, não está resolvendo nada. O jovem trabalhador que se divertiu com um cigarro de maconha no fim de semana e foi preso, está agora sendo brutalizado em alguma prisão, se tornando um marginal profissional. Está atulhando o sistema prisional caríssimo e amanhã se tornará o assassino de toda a sociedade. Tudo isso seria diferente se a polícia o dissesse para apagar seu cigarrinho como quem dá uma advertência de transito com o compromisso que ele fosse avaliado por profissionais competentes da área de saúde e se tornasse um cidadão mais consciente. Não seria muito mais proveitoso, seguro e barato para toda a sociedade? Onde estariam os traficantes e corruptos nessa equação? Eles não existiriam.


Que final diferente teríamos.

Qual a sua opinião?



Leia também a matéria da revista Super Interessante sobre a maconha.


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Drogas virtuais. Elas realmente existem?

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Macacos que enviam naves a outros planetas

Somos seres racionais. Quanto a isso não há dúvidas. Temos a capacidade de observar e entender situações planejando eventos futuros e analisando o passado. Mas, o que fazemos com todo esse potencial?

Religião. Nossa forma de projetar um ser superior e nos relacionarmos com ele com códigos de ética que mudam com o passar do tempo.

Política. A busca para manter um grupamento social sob regras atualizáveis.

Veja como tem mudado nossa forma de nos relacionarmos com os outros e com nós mesmos. Olhando para o passado percebemos os avanços sociais. Hoje já não faríamos um estádio para acompanhar jogos mortais onde homens e/ou feras se digladiariam nem por um dia. Muito menos por semanas, meses, anos, como ocorreu em um dos maiores impérios que conhecemos e que até hoje influencia nossas vidas com estruturas ainda usadas e invenções que ainda fazem parte de nossa vida.

Certamente somos capazes de raciocinar e com isso crescer. Mas estamos, ainda, andando num ritmo muito lento. Isso mostra o quão atrasados ainda somos enquanto seres racionais. Já poderíamos ter erradicado a fome, várias doenças, a escravidão. Isso apenas para dizer algumas. E o que falar da destruição do meio ambiente? A constante ameaça de escassez de água! Habitamos um planeta com mais de 70% de sua superfície coberta por água. Parece não fazer sentido. E não faz mesmo. Enquanto novas tecnologias são descobertas e novos compostos são criados, empresas de geração de energia limpa são postas em espera por causa do preço do petróleo em alta.

Somos mesmo seres racionais? Ou ainda somos apenas macacos vestidos que enviam naves a outros planetas?






O que é importante?

Numa análise básica, o ser humano precisa, ainda, de 3 coisas: proteção, alimentação e sexo. Tudo, em última análise, gira em torno disso. Onde está o erro? O erro está justamente em precisarmos de 3 coisas. Na verdade se o ser humano percebesse que nada disso é importante e transferisse sua atenção ao ser humano, se ele pura e simplesmente se preocupasse com o próximo, não teria necessidade de proteção, a alimentação não seria um problema e nem mesmo o sexo. Apenas entender, e por em prática, que devemos supervalorizar o ser humano já seria a salvação do planeta. Teríamos avanços tecnológicos nunca vistos mais rápido do que poderíamos imaginar.

Dessa forma não veríamos mais a tão medonha corrupção. Não saberíamos que pessoas ganham fortunas instantaneamente na bolsa de valores por ter recebido uma “dica” que ninguém sabia. Como foi o caso do pai do ex-presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy que retirou toda a sua fortuna da bolsa de valores apenas um dia antes da terrível quebra da bolsa de valores de 1929 que levou fome e desespero a milhões e prejudicou tantos em todo o mundo. Dias gloriosos para o pequeno John F. Kennedy! Naquela época dizia-se que “ninguém poderia prever esses acontecimentos”. Ainda hoje ouvimos essas mentiras. E as aceitamos. Temos a capacidade de raciocinar mas ainda não entendemos como deixar de sermos macacos vestidos. Estamos no caminho. A um ritmo ainda muito lento. Mas estamos andando.

Fico me perguntando se ainda verei o ser humano no topo das prioridades de nossa raça. Espero que sim. Deixaríamos de ser macacos que enviam naves a outros planetas.

Selecionei o vídeo abaixo por que ele diz tudo o que eu quis dizer.




Hoje já é possível fazer mais e melhor. Assista ao videoclipe do projeto Vênus.




Saiba mais sobre o projeto Vênus.



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